domingo, 5 de junho de 2011
Leste-me a alma e desataste a chorar. Que hei-de fazer contigo, memória de uma vida passada feliz?! És-me tudo e tão depressa como isso, és nada. Vivo inconstante pela tua incerteza de um futuro certo e definido, vagueando no meu sofrimento por esta falta de paz. Por outro lado, balanço nessa inconstância tão sensual e picante, o desconhecido é de facto encantador... Como deveras stressante. Amo-te. Mas... Aprendi a amar-me a mim, mulher crescida contigo que só há 6 meses voltou a si própria, à solidão. E olha... Parece que gostei e me habituei. Agora quero ver até onde este turbilhão de pensamentos nos leva...
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário